ISSN 1982-8802

Ano X | Publicação Semestral

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Modernism and Coherence: Four Chapters of a Negative Aesthetics

Fabio Akcelrud Durão

Peter Lang, 2008

Modernism and Coherence é uma tentativa de desenvolver uma estética negativa concebida como a resistência determinada das obras de arte contra o significado designado a elas pela crítica. Do acúmulo de argumentos sobre grandes textos do modernismo, o livro descreve gestos de recusa que geram figuras de negatividade: a Teoria Estética de Adorno converte-se em um redemoinho girando em torno de um centro ausente, resistente à predicação; a poesia de Wallace Stevens exibe uma válvula de escape fonética contra a pressão da realidade; Robert Frost escreve um poema que está à sua frente nos dois sentidos da expressão; e o Ulisses, de James Joyce, lê seus leitores em ondas de um auto-dobrar. Este livro representa um esforço de recuperar a literatura como algo em si, em um mundo que crescentemente apenas vê o que para o outro.

"'Modernism and Coherence' é uma performance impressionante, que coordena a análise cerrada de textos poéticos com as dimensões filosóficas da teoria moderna; o livro colocará seu autor na linha de frente dos jovens estudiosos na área da modernidade."

Fredric Jameson, Duke University.

Modernism and Coherence is an attempt to develop a negative aesthetics conceived as determinate resistance of artworks against the meaning assigned to them by criticism. From the accumulation of arguments on great texts of modernism, the book describes gestures of refusal that generate figures of negativity: Adorno's Aesthetic Theory becomes a whirlpool revolving around a center refusing predication; Wallace Stevens' poetry exhibits a phonetic escape valve against the pressure of reality; Robert Frost writes a poem that is ahead of you in both senses of the expression; and James Joyce's Ulysses reads its readers in waves of self-folding. This book is an effort to salvage literature as something in itself in a world that increasingly can only see what is for the other.

"'Modernism and Coherence' is an impressive performance which coordinates a close analysis of poetic texts with the philosophical dimensions of modern theory; the book will place its author in the forefront of younger scholars in the area of modernity."

Fredric Jameson, Duke University

A indústria cultural hoje

Fabio Durão, Antonio Zuin e Alexandre Fernandez Vaz (orgs.)

Boitempo, 2008

Mais do que atualizar o conceito desenvolvido pelos pensadores da Escola de Frankfurt, o livro A Indústria cultural hoje, publicado pela Boitempo e organizado por Fábio Durão, Antonio Zuin e Alexandre Fernandes Vaz, pretende investigá-lo a partir do efeito do tempo. Trata-se de uma tentativa de mediar o arcabouço original da Teoria Crítica e a realidade atual de forma dialética.

Fatores como a difusão acelerada da informação, contribuem, segundo os organizadores do volume, para um efeito ambíguo sobre alguns conceitos. Apesar de terem se tornado mais acessíveis, muitos deles, como "sociedade do espetáculo" de Guy Debord e "indústria cultural" tiveram seus sentidos e intenções originais desvirtuados.

Em muitos contextos, o termo cunhado por Adorno e Horkheimer aparece totalmente desvinculado de suas reflexões, e é nesse espaço que os artigos de A Indústria cultural hoje se inserem, ao manter o questionamento sobre a atualidade do conceito de indústria cultural.

A obra traz textos de acadêmicos brasileiros e estrangeiros, historiadores, filósofos, psicanalistas e educadores, além de prefácio de Wolfgang Leo Maar. Dividido em quatro partes, o livro aborda questões como as implicações teóricas do conceito de indústria cultural, sua relação com o psiquismo, literatura como campo de resistência e educação.

Dizer o que não se deixa dizer: para uma filosofia da expressão

Rodrigo Duarte

Argos, 2008

Este livro é uma coletânea de textos de Rodrigo Duarte sobre o tema da expressão, compondo-se tanto de artigos já publicados em periódicos especializados quanto de contribuições inéditas em português. Diversos aspectos da expressão, tais como seu caráter de antípoda da comunicação, suas diferenças para com a sublimação estética, sua relação com o contexto político, com a linguagem e com a música, são abordados sob um ponto de vista filosófico, inspirado principalmente pela Teoria Crítica da Sociedade, de modo particular pelo pensamento de Theodor Adorno.

 

Editor | Eduardo Guerreiro B. Losso
Contatos | revistapontodoc@gmail.com