|
|
ISSN 1982-8802 |
|
Ano X | Publicação Semestral |
|
|
|
||||||||
|
.doc recomenda! |
|||||||||
|
|||||||||
|
|
Filosofia em Comum Márcia Tiburi Record, 2008 Em linguagem simples e clara, Márcia Tiburi constrói um livro-dispositivo no qual leva o leitor a buscar a filosofia não como história de idéias prontas, mas como método, ou seja, um modo de pensar. |
||||||||
|
|
Filosofia da natureza Márcia Cristina Ferreira Gonçalves Jorge Zahar, 2006 Apresenta a filosofia da natureza como um processo que desenvolveu historicamente a partir do surgimento da filosofia na Grécia Antiga, estendendo-se através de várias teorias, até atingir seu ápice no início do século XIX com o pensamento do filósofo Shelling. Ao reconstruir tal trajetória, esse volume pretende despertar uma reflexão crítica sobre a relação entre o homem e a natureza na atualidade. |
||||||||
|
|
Espinosa e a afetividade humana Marcos Andre Gleizer Jorge Zahar, 2005 Esse volume oferece ao leitor acesso aos princípios fundamentais dos mecanismos que explicam a origem, a natureza e a força dos afetos, cujo conhecimento é essencial para se compreender a técnica de Espinosa para moderar as paixões e seu projeto ético de liberação. |
||||||||
|
|
Verdade e Certeza em Espinosa Marcos Andre Gleizer L&PM, 1999 Este livro examina as noções de verdade e certeza no pensamento de Espinosa, com o intuito de esclarecer a articulação interna do sistema conceitual que permite compreender, em toda sua amplidão e radicalidade, o sentido da célebre tese espinosista: "A verdade é norma de si mesma e da falsidade". Contra os intérpretes que sustentam que Espinosa adota exclusivamente uma teoria da verdade como correspondência e aqueles que sustentam que ele adota exclusivamente uma certa versão da teoria da verdade como coerência, o autor procura mostrar que a originalidade da reflexão espinosista consiste precisamente em recusar esta aparente oposição, afirmando a existência de uma relação indissolúvel entre esses dois aspectos complementares do conceito de verdade. À luz dessa posição original na teoria da verdade, o autor reavalia a questão da certeza, procurando mostrar que o racionalismo absoluto de Espinosa, longe de ser, como se crê tradicionalmente, o exemplo privilegiado de uma filosofia que suprime dogmaticamente a pertinência mesma dessa questão, envolve uma concepção perfeitamente coerente da autojustificação do valor objetivo do conhecimento racional, não sendo, assim, uma filosofia que repousa sobre um ato de fé cega no poder ilimitado da razão. |
||||||||
|
Editor
|
Eduardo Guerreiro B. Losso
|
Contatos
|
revistapontodoc@gmail.com
|