ISSN 1982-8802

Ano X | Publicação Semestral

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Estudos de Mística e
Filosofia da Religião

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Prosa e Poesia
Contemporâneas

1  2

Estudos de
Literatura

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Filosofia

1

Estética

1

Outros

1

A Viena de Arthur Schnitzler: Variações sobre a lei e o desejo, a razão e a desrazão

Leonardo Munk

E-papers, 2008

Propõe o estudo da Viena fin-de-siècle a partir de duas obras de Arthur Schnitzler, que mergulhou na análise psicológica de seus contemporâneos, diagnosticando a crise dos valores patriarcais da sociedade burguesa no final do século XIX.

Vilém Flusser: uma introdução

Gustavo Bernardo Krause, Anke Finger e Rainer Guldin

Annablume, 2008

Em um dos vários encontros mundiais sobre a obra do filósofo tcheco-brasileiro Vilém Flusser (1920-91), os autores deste livro decidem escrever juntos uma introdução a seu pensamento que ao mesmo tempo homenageie o pensador.

Nasce daí Vilém Flusser: Uma Introdução, obra que será publicada em três línguas: português, inglês e alemão. A primeira edição a sair é justamente a edição brasileira da Annablume, contemplando o país e a língua que acolheram Flusser, em 1940, quando ele fugia da barbárie nazista.

Silêncio de Deus, Silêncio dos Homens: Babel e a Sobrevivência do Sagrado na Literatura Moderna

Erick Felinto

Sulina, 2008

Neste livro de Erick Felinto alia erudição e simplicidade. O leitor encontra, ao mesmo tempo, um inventário das encarnações do sagrado na literatura moderna e uma reflexão sobre a questão da língua. Nomear é tudo. O poder máximo do demiurgo é o de dar nome. Cabe ao autor mostrar as imbricações de todos esses elementos. Cabe ao leitor simplesmente seguir o fio das idéias. Não é difícil alguém se deixar dominar pelo texto de Felinto, uma trama feita de sedução, maleabilidade, argumentação impecável e um senso do sagrado que, sem abdicar do primado da razão, eleva ao ponto máximo o mistério do pensamento.

Silêncio de Deus, silêncio dos homens é uma reflexão ambiciosa sobre modernidade cultural. Compõe um autêntico panorama histórico-filosófico, olhando a modernidade pelo avesso, definindo-a pelo viés do místico, do esotérico, do sagrado. Erick Felinto chegou à crítica da cultura pelo clássico caminho da crítica literária, a partir da combinação entre uma formação pós-graduada híbrida de Comunicação e Letras e uma espécie de auto-didatismo voraz que o fez incursionar pela Torah e pela Cabala, lembrando os marcos reflexivos de um Walter Benjamin. A resultante de tal combinatória se dá na clave do brilhantismo. O leitor e a leitora não se decepcionarão, se o que buscam é inteligência, aliada à erudição.

Estrategias de la hibridez en América Latina: Del descubrimiento al siglo XXI

Alfonso de Toro/Cornelia Sieber/Claudia Gronemann/René Ceballos (eds.)

Peter Lang, 2007

El libro es producto del debate sobre presentaciones y efectos de la hibridez en Latinoamérica, considerando también el Brasil, el Caribe y la cultura hispano-norteamericana. Las contribuciones reunidas abarcan posiciones y campos diversos de investigación, posibilitando un diálogo imparcial sobre fenómenos históricos como los relacionados con el «descubrimiento» y la conquista hasta las temáticas actuales como 'border culture', transmedialidad y urbanidad. Los temas reiterativos son la complejidad de la negociación entre lo 'propio' y el 'otro', los mecanismos constituyentes de 'identidad' y 'diferencia' y la cuestión de la construcción del 'sujeto' y 'género' (gender) dentro de los variados discursos culturales así como el alcance de medios como la escritura, oralidad, pintura, el cuerpo o de 'nuevos medios'. En el conjunto se cristaliza una consideración epistemológica de la hibridez como 'conditio' de nuestra época y estrategia de la coexistencia, como intersección entre diversos campos de saber y prácticas culturales.

João Cabral: A máquina do poema

Adalberto Müller (org.)

UnB, 2007

Este livro, reúne pela primeira vez o conjunto da produção ensaística de Benedito Nunes em torno da obra do poeta pernambucano João Cabral de Melo Neto. O projeto inicial desta edição girava em torno da republicação de um estudo de Benedito Nunes que há muito está fora de circulação, o livro João Cabral de Melo Neto, publicado em 1971, na coleção Poetas Modernos do Brasil, dirigida por Afonso Ávila. Mas o projeto logo se ampliou com a inclusão de dois outros estudos de Benedito Nunes sobre João Cabral: o artigo “João Cabral: filosofia e poesia”, publicado em Portugal na revista portuguesa Colóquio Letras, em número dedicado à obra do poeta pernambucano, e o ensaio, inédito até agora, “A geração de 45 e o João Cabral”.

No conjunto, a leitura dos ensaios de Benedito Nunes sobre João Cabral, escritos ao longo de trinta anos, permite-nos afirmar que o crítico-filósofo nunca deixou de pensar a poesia de João Cabral. Daí que este livro, embora seja uma reunião de textos publicados de forma esparsa, pode revelar uma unidade que Benedito Nunes terá premeditado e que agora, acreditamos, se concretiza na forma de livro.

 

Editor | Eduardo Guerreiro B. Losso
Contatos | revistapontodoc@gmail.com