ISSN 1982-8802

Ano X | Publicação Semestral

deutsch   english   français   español

 

Apresentação

Expediente

Número 1

Número 2

Número 3

Número 4

Número 5

Número 6

Número 7

.doc recomenda

Mural

Links

Normas

 

 

 

.doc recomenda!

Lançamentos

1  2

Teoria Crítica

1  2  3

Estudos de Mística e
Filosofia da Religião

1  

Prosa e Poesia
Contemporâneas

1  2

Estudos de
Literatura

1  2  3  4  5  6  7

Filosofia

1

Estética

1

Outros

1

Pelo colorido, para além do cinzento: A literatura e seus entornos interventivos

Alberto Pucheu

Azougue, 2007

Em Pelo colorido, para além do cinzento se reúnem ensaios situados na indiscernível fronteira entre teoria, poema, drama, filosofia e prosa, como Roberto Corrêa dos Santos observa com agudeza no prefácio do livro. Pucheu pretende, com o simultâneo lançamento deste e de A fronteira desguarnecida: poesia reunida 1993-2007, sinalizar a passagem do poeta ao ensaísta. O que não significa que um tenha de morrer para o outro poder nascer. Quem já travou contato com algum dos livros do seu percurso poético propriamente dito já poderia adivinhar ali os primórdios e seguir os fios do progressivo desdobramento de um ensaísmo, assim como quando lermos seus ensaios — estes e os vindouros — não conseguiremos afastar de qualquer deles a presença do poeta.

―da resenha de Caio Meira.

Banalogias

Francisco Bosco

Objetiva, 2007

Estética, sexualidade, dança, jogos, lingüística, morte, música, comportamento, luto e artes marciais. Nos 26 ensaios reunidos em Banalogias, Francisco Bosco filosofa, com bom humor e originalidade, sobre estes e outros temas do cotidiano. Ao mesmo tempo em que nos diverte, suscita a reflexão sobre os valores da sociedade contemporânea.

Bosco levanta questões como: por que odiar a figura de Michael Jackson, fruto da sociedade racista norte-americana?; por que nós, ocidentais, escondemos tatuagens pelo corpo no intuito de revelá-las?; ou, ainda, por que o carioca diz “vou te ligar” quando na verdade não vai ligar nunca?

Destacam-se também as referências do autor à banalização da cirurgia estética, que visa à adequação aos padrões aceitos; à moralidade da magreza – que representa o signo da urgência; e à imobilidade a que os playboys estão condenados, entre outros aspectos que permeiam nosso cotidiano.

Finalidades sem fim

Antonio Cicero

Companhia das Letras, 2005

Em meio a todo o debate sobre pós-modernidade, com a sensação geral de que tudo já foi feito, o poeta e filósofo Antonio Cicero repensa os problemas da criação poética e artística a partir do legado moderno do século xx. E conclui: o fim das vanguardas não representou o término da modernidade - e sim a sua plena realização. Elas cumpriram sua tarefa de abrir caminhos, e deixaram os poetas e os artistas diante de um horizonte ilimitado de possibilidades. A partir desse conjunto de preocupações, o autor relê e comenta a obra de alguns de seus poetas preferidos, como Waly Salomão, João Cabral de Melo Neto e Carlos Drummond de Andrade, e de gigantes da Antigüidade, como Horácio e Homero. Sem se restringir à poesia, o filósofo também se volta para os impasses e avanços das vanguardas em outros campos, como a música popular e a pintura moderna. Ao mesmo tempo, crítico e admirador das vanguardas, Antonio Cicero faz aqui uma vigorosa defesa da liberdade de criação artística: "O importante é fazer não o novo, mas aquio que não envelhece".

Leitura e experiência: teoría, crítica, relato

Evando Nascimento e Maria Clara Castellões de Oliveira (orgs.)

Annablume, 2008

Os ensaios deste livro oferecem aos interessados pela literatura e pelas questões por ela suscitadas uma abrangente gama de interpretações de textos provenientes de variados contextos espaciais e temporais (do século XIX brasileiro de Machado de Assis à Nova York de Woody Allen, por exemplo). O mesmo pode ser dito com relação aos instrumentos de leitura, provenientes de filiações teórico-críticas diversas, da estética da recepção de Iser a discussões no contexto do pensamento francês recente.

Arte: corpo, mundo e terra

Manuel Antonio de Castro (org.)

7 Letras, 2009

Organizado pelo professor Manuel Antônio de Castro, titular de poética da UFRJ, este livro reúne ensaios cujo pensamento se deixa provocar sempre pelas mesmas questões: corpo, mundo, terra, que são o lugar e o âmbito em que a arte acontece.

Os autores: André Bueno, Antonio Jardim, Emanuel Carneiro Leão, Gilvan Fogel, Luiz Montez, Manuel Antônio de Castro, Marco Lucchesi, Maria Ignez de Souza Calfa, Ronaldes de Melo e Souza, Ronaldo Lima Lins, Werner Aguiar

 

Editor | Eduardo Guerreiro B. Losso
Contatos | revistapontodoc@gmail.com