ISSN 1982-8802

Ano X | Publicação Semestral

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Amizade estelar: Schopenhauer, Wagner e Nietzsche

Rosa Dias

Imago, 2009

O título deste livro pretende ser sugestivo, claro e persuasivo. Ainda assim, sua origem também pode ser identificada dentro da própria obra de Nietzsche, a partir do aforismo de A GAIA CIÊNCIA intitulado “Amizade estelar”:

Nós éramos amigos e nos tornamos estranhos um para o outro. Mas está bem que seja assim, e não vamos ocultar e obscurecer isto, como se fosse motivo de vergonha. Somos dois navios que possuem, cada qual, seu objetivo e seu caminho; podemos nos cruzar e celebrar juntos uma festa, como já fizemos – e os bons navios ficaram placidamente no mesmo porto e sob o mesmo sol. Parecendo haver chegado ao seu destino e ter tido um só destino. Mas, então, a todo-poderosa força de nossa missão nos afastou novamente, em direção a mares e quadrantes diversos, e talvez nunca mais nos vejamos de novo – ou talvez nos vejamos, sim, mas sem nos reconhecermos: os diferentes mares e sóis nos modificaram! Que tenhamos de nos tornar estranhos um para o outro é da lei acima de nós: justamente por isso deve-se tornar mais sagrado o pensamento de nossa antiga amizade! Existe provavelmente uma enorme curva invisível, uma órbita estelar em que nossas tão diversas trilhas e metas estejam incluídas como pequenos trajetos – elevemo-nos a esse pensamento! Mas nossa vida é muito breve e nossa vista muito fraca, para podermos ser mais que amigos no sentido dessa elevada possibilidade. – E assim crer em nossa amizade estelar, ainda que tenhamos de ser inimigos na Terra.

Ao escrever esse aforismo Nietzsche deixa claro que não pode atender ao apelo de Wagner para resgatar uma amizade perdida. Sem mencionar o nome do compositor, o filósofo, olhando de longe e de cima, situando-se a uma distância artística, descreve sucintamente a passagem de Wagner por sua vida e sua filosofia. Depreende-se que o mesmo tenha acontecido em relação a Schopenhauer. Nietzsche, na sua juventude, teve por esses dois “astros” um grande interesse, tendo depois se afastado de ambos em sua fase mais madura.

Carta sobre cultura estética e liberdade

Friedrich von Schiller (organização e tradução: Ricardo Barbosa)

Hedra, 2009

Os ensaios deste livro oferecem aos interessados pela literatura e pelas questões por ela suscitadas uma abrangente gama de interpretações de textos provenientes de variados contextos espaciais e temporais (do século XIX brasileiro de Machado de Assis à Nova York de Woody Allen, por exemplo). O mesmo pode ser dito com relação aos instrumentos de leitura, provenientes de filiações teórico-críticas diversas, da estética da recepção de Iser a discussões no contexto do pensamento francês recente.

Nietzsche e a Música

Rosa Maria Dias

Unijuí, 2005

Segundo Nietzsche: "A vida sem a música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa, um exílio". Essa frase, resume toda a importância que ele atribuiu à música, para o pensamento e para a vida, na qual pessoas estabelecem um convívio constituído de "inconscientes relações musicais". A discussão da presente obra visa estabelecer uma relação entre música e palavra, subordinada à questão música e vida. O estudo está dividido em duas partes: Música e Tragédia (relação entre música e palavra e música e vida na tragédia grega); e Música e Drama (mostra como as relações música e palavra ressurgem na análise de Nietzsche sobre o drama musical wagneriano.

Schiller e a Cultura Estética

Ricardo Barbosa

Jorge Zahar, 2004

As reflexões de Friedrich Schiller (1759-1805) sobre os efeitos da cultura estética na formação do homem, desenvolvidas na correspondência com o Príncipe de Augustenburg em 1793, são apresentadas nesse volume e expressam sua atitude crítica diante de três marcos da modernidade nascente: a obra de Kant, a Aufklärung e a Revolução Francesa.

Paulo O. F.

André Seffrin

Calibán/ Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, 2008

O artista Paulo Osório Flores (1926-1957) ilustrava poemas e contos de Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira, Cecilia Meireles – para citar apenas alguns – no Suplemento de Literatura e Arte do Correio da Manhã, entre as décadas de 40 e 50. Sua obra está reunida no livro Paulo O.F. – era assim que ele assinava seus quadros – que tem organização e texto do crítico André Seffrin.

Alvaro Costa e Silva, Jornal do Brasil

O Belo e o Destino. Uma Introdução à Filosofia de Hegel

Márcia Cristina Ferreira Gonçalves

Loyola, 2001

Livro originalmente redigido em alemão, para o doutorado da Autora. Aborda a evolução do conceito de belo na Estética de Hegel, pela demonstração das contradições do conceito do ponto de vista da arte como produto e produção histórica. O leitor encontrará uma bem abalizada discussão acerca da evolução tanto conceitual quanto histórica da arte. Não há nesse movimento qualquer paralelismo inconciliável , pois conceito e história são inseparáveis e mesmo amalgamados em um único movimento. Será possível ainda compreender a dialética hegeliana por meio de números exemplos de movimentos que o conceito de belo e o fenômeno histórico da arte traçam ao longo do tempo. As idéias hegelianas fundamentais de espiritualidade e de idealidade também são esclarecidas neste trabalho, sempre por meio do exemplo da arte.

 

Editor | Eduardo Guerreiro B. Losso
Contatos | revistapontodoc@gmail.com