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ISSN 1982-8802 |
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Ano X | Publicação Semestral |
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.doc recomenda! |
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Nietzsche e a Música Rosa Maria Dias Unijuí, 2005 Segundo Nietzsche: "A vida sem a música é simplesmente um erro, uma tarefa cansativa, um exílio". Essa frase, resume toda a importância que ele atribuiu à música, para o pensamento e para a vida, na qual pessoas estabelecem um convívio constituído de "inconscientes relações musicais". A discussão da presente obra visa estabelecer uma relação entre música e palavra, subordinada à questão música e vida. O estudo está dividido em duas partes: Música e Tragédia (relação entre música e palavra e música e vida na tragédia grega); e Música e Drama (mostra como as relações música e palavra ressurgem na análise de Nietzsche sobre o drama musical wagneriano. |
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Schiller e a Cultura Estética Ricardo Barbosa Jorge Zahar, 2004 As reflexões de Friedrich Schiller (1759-1805) sobre os efeitos da cultura estética na formação do homem, desenvolvidas na correspondência com o Príncipe de Augustenburg em 1793, são apresentadas nesse volume e expressam sua atitude crítica diante de três marcos da modernidade nascente: a obra de Kant, a Aufklärung e a Revolução Francesa. |
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Paulo O. F. André Seffrin Calibán/ Bolsa de Arte do Rio de Janeiro, 2008 O artista Paulo Osório Flores (1926-1957) ilustrava poemas e contos de Carlos Drummond de Andrade, Vinicius de Moraes, Manuel Bandeira, Cecilia Meireles – para citar apenas alguns – no Suplemento de Literatura e Arte do Correio da Manhã, entre as décadas de 40 e 50. Sua obra está reunida no livro Paulo O.F. – era assim que ele assinava seus quadros – que tem organização e texto do crítico André Seffrin. Alvaro Costa e Silva, Jornal do Brasil |
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O Belo e o Destino. Uma Introdução à Filosofia de Hegel Márcia Cristina Ferreira Gonçalves Loyola, 2001 Livro originalmente redigido em alemão, para o doutorado da Autora. Aborda a evolução do conceito de belo na Estética de Hegel, pela demonstração das contradições do conceito do ponto de vista da arte como produto e produção histórica. O leitor encontrará uma bem abalizada discussão acerca da evolução tanto conceitual quanto histórica da arte. Não há nesse movimento qualquer paralelismo inconciliável , pois conceito e história são inseparáveis e mesmo amalgamados em um único movimento. Será possível ainda compreender a dialética hegeliana por meio de números exemplos de movimentos que o conceito de belo e o fenômeno histórico da arte traçam ao longo do tempo. As idéias hegelianas fundamentais de espiritualidade e de idealidade também são esclarecidas neste trabalho, sempre por meio do exemplo da arte. |
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Editor
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Eduardo Guerreiro B. Losso
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