Revista.doc

Ano VIII | nº 3 | Janeiro/Junho 2007 | Publicação Semestral

Editorial

FECHA-SE UMA PORTA...

A revista .doc inicia suas atividades com nova aparência (será possível?), inovada cara - da publicação impressa, espontânea (Do it yourself, Bill Gates não sabe o quanto o feitiço voltou-se contra o feiticeiro!), da publicação em xérox para as telas da rede. Sim, foi nos corredores da UFRJ que o projeto virtualizou-se, somado à força, à idéia e ao vigor de novos companheiros (não há referência alguma ao novo governo, mas já se referindo...); entre eles, André Gardel, Francisco Bosco, Alberto Pucheu, Marcelo Diniz, gente tão engajada como os de ontem (Túlio Villaça, Eduardo Guerreiro, André Luiz Pinto, Edison Veoca [cadê você meu filho?]). A .doc - irmã mais velha da Garrafa (fecha divulgação) - só tem a agradecer; e a abertura aqui é de todos, para todos, em prol de todos. O marginal legitimou-se (ou deu-se o contrário?). Muitos agradecimentos (a lista seria maior que o site, façamos o site ‘agradecimentos’ [sic]), João Camilo, Vera Lins, todos os docentes e discentes que confiaram e ainda confiam nesse projeto. Ser de todos, para todos, em prol de todos significa: a responsabilidade - ainda que virtual (e por que este ‘ainda’? fecha janela) - do espaço público. Esse é um espaço que pretendemos prestigiar o texto, não o autor. É seu anonimato, como todo anonimato que um dia fizera dos professores, dos alunos de letras, formadores de opinião, o estranhamento e a vontade de assumirem a literatura nas suas vidas. João Camilo e Vera Lins, voltamos a agradecer. O navio está no ar. Óbvio que faltam detalhes. Sempre será assim. A internet nos ensinou a trocar o pneu com o carro andando. Nota: Chico Bosco não é tão novo na .doc; é mais antigo do que vocês podem pensar. Digamos: de ontem para hoje, ele começou a participar da revista às três e meia da madrugada. Madrugamos com ele; pela ‘amizade’ (trocadilho infame, irresistível). A revista .doc, na espontaneidade de sua pre-sença (!!!) convida todos a participar; esse é o lugar onde o kitsch e o cult experimentam-se, “o nu e o vestido se enfrentam, absolutos” (salve Armando); a revista .doc, agora em rede, no aperto das trincheiras de fronteira, com a granada na mão. A .doc convida. Abrem-se as janelas.

André Luiz Pinto - editor (melhor, um dos).

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